Todas as vezes que eu ia à casa de minha tia Clarinha, quando eu era criança, eu admirava uma bola cheia de água com uma rosa dentro, que ela deixava em cima de uma mesinha na sala. Aquilo era um mistério para mim. Claro que quando fui crescendo, compreendi como se colocava a rosa e a água dentro daquela bola de vidro, mas a magia não se perdeu. Este aqui é em formato de gota invertida, mas acho lindo. Ganhei de presente, e às vezes me pego olhando para esse enfeite. admirando, me recordando daquele tempo de infância que tive, onde tudo era mágico e misterioso, onde os adultos eram super-heróis, pois para mim eles sabiam tudo. Hoje sou adulta, e tenho saudade deste tempo de inocência e pureza.
"Pegamos o telefone que o menino fez com duas caixas de papelão e pedimos uma ligação com a infância".
Millôr Fernandes(Provérbios 20:11) - Até a criança se dará a conhecer pelas suas ações, se a sua obra é pura e reta.

